- Genison Balbino - - 21 de Fevereiro de 2018 | - 5:21 - - Home » Aquidabã» Cidades» Notícias» Saúde» Slide - - Sem Comentários

Reunião com Marchantes para Discutir o Fim do Abate Clandestino é Realizada em Aquidabã

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O fim do abate clandestino de bovinos, suínos e caprinos, foi pauta na manhã de hoje, quarta-feira (21) em Aquidabã. Na reunião realizada no salão da Câmara de Vereadores, estavam presentes a Vigilância Sanitária do Município, representada pelo seu Coordenador Éder Wesley, o Secretário da Agricultura Alciberto Valença, Representantes da EMDAGRO, Vereadores e dezenas de marchantes.

O recinto ficou pequeno para a grande quantidade de pessoas que compareceram para participar da reunião, onde foi discutida a questão da origem da carne, e todos os trabalhadores presentes foram alertados através dos órgãos responsáveis sobre os malefícios do abate clandestino, e as doenças que podem ser ocasionadas ao comer carnes contaminadas.

Durante muita discussão para definir estratégias na regularização do abate, atendendo recomendação do Ministério Público, ficou acordado que os marchantes teriam 12 dias para se organizarem, a contar da data de hoje. Portanto, a partir do dia 04 de março, só poderá ser comercializada a carne bovina que possuir o selo de procedência. No caso dos comerciantes da carne suína e de caprinos, foi estabelecido um prazo de 30 dias para a regularização por conta da pouca oferta no Estado de locais apropriados para abates.

Para Salete Dezen, Diretora do Setor de Defesa Animal e Vegetal da EMDAGRO, Aquidabã vem sofrendo várias denúncias do abate irregular, e a reunião serviu para que se iniciasse uma organização na comercialização dessa carne. “Queremos que a população de Aquidabã tenha um produto de qualidade, e para isso, os marchantes tem a disposição abatedouro próximos, como por exemplo o de Muribeca, que ainda está aberto, o do Cedro de São João e a Nutrial, inclusive o transporte também precisa está dentro das normas da Vigilância.” destacou

O Coordenador da Vigilância Sanitária Municipal, Éder Wesley, disse a nossa reportagem que cumprirá a determinação da justiça e realizará fiscalização na procedência dessas carnes, e só serão liberadas para venda caso possuam o selo. “A vigilância sanitária terá poder de polícia para apreender e incinerar as carnes que não estiverem em conformidade com as determinações judiciais estabelecidas.” finalizou

Por Genison Balbino

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